
Quantas são as vezes que me afasto para tentar me proteger do amor que sinto por vc , mas quando me vejo so pego por uma teia de sentimentos descontrolados que vão me impedindo de me mover quando percebo já não estou longe mais perto de ti.





Quem que cursa o segundo anos da manhã do Ignácio não conhece o casa mas grudado da escola Marii & Rodrigo bem que não sabe quem são e só olhar para qual quer lado do corredor do primeiro andar que ele vão esta abraçados.
Bem eles demostrão um amor muito grande tão grande que vc não ve ele de boca separada e sempre dando um beijo,olha eu to para cronometrar um beijo, mas bem ele passaram por muita coisa so para poder ficar junto eu entendo e espero que vc também meu caro leitor.
bem a historia deles e seguinte e um caso de Romeu e Julieta mas muito loca essa Julieta e um Romeu fora dos padrões tudo bem que ele esta mas um beatle brasileiro do que para Romeu, mas ele tiveram que superar muita coisa para poder ficarem juntos,mas em fim eles conseguiram se juntar e hoje vivem um amor enorme a onde todos ficam espantados.
Assim ficamos com mais uma postagem sobre o AMOR ainda mas que essa historia e real.




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ITZAMNA
Era o deus dos céus, do dia e da noite, auxiliando a humanidade com os seus poderes de cura. Para os maias, ele era o inventor da escrita, do calendário e o criador dos rituais religiosos. Apesar de seu status, sua representação não impressionava muito: um velho sem dentes de nariz torto!
IXCHEL
Esposa de Itzamna, Ixchel era uma deusa idosa de grande poder. Deusa do parto, da gravidez e da fertilidade, Ixchel era a protetora das tecelãs e podia prever o futuro. Mas ela também tinha um lado obscuro. Com serpentes no lugar dos cabelos, a deusa mostrava sua insatisfação agitando as cobras
TOHIL
O deus do fogo e do sacrifício. Segundo o mito da criação maia, a primeira era da humanidade chegou ao fim sob muito fogo e água. No início da segunda era, os ancestrais dos humanos encontraram Tohil pela primeira vez em um local chamado as sete cavernas.
CHAC
Era o deus da chuva, representado por um guerreiro cujas lágrimas caem na terra. As chuvas ajudavam as plantações e Chac se tornou o deus da agricultura. Era adorado como quatro entidades diferentes cada uma representa um dos pontos cardeais.
PAUAHTUN
Era o deus dos céus e sustentava o firmamento. Apesar da função importante, Pauahtun tinha fama de bêbado e instável, ligado aos ventos e ao trovão. Era retratado com uma concha ou um casco de tartaruga. Para os maias, o céu tinha formato de concha!
KINICH-AHAU
Um dos deuses do Sol, assumia formas diferentes. De dia, era um pássaro de fogo. À noite, andava no submundo dos mortos, Xibalba, como um jaguar, felino temido e ao mesmo tempo admirado pelos maias. Kinich-Ahau era um dos governadores de Xibalba
AH PUCH
Com seus ossos expostos, o deus da morte era inconfundível. Segundo o Popol Vuh,as escrituras sagradas dos maias, seus símbolos também eram típicos: um crânio e a cabeça de um cadáver. Ah Puch rondava as casas de doentes para capturar a alma deles.
VUCUB CAQUIX
Era um pássaro monstruoso e um dos deuses-demônio de Xibalba. Arrogante, considerava-se o Sol, a Lua e a luz. Competia com os deuses bons pelo lugar de principal líder do panteão. Vucub acabou derrotado pelos heróis gêmeos por causa de seu comportamento.
HUN HUNAHPU
Nasceu como humano, mas, graças à interação com os deuses, acabou se tornando uma divindade. Ele e seu irmão, Vucub Hunahpu, foram desafiados a um jogo de bola no reino dos mortos. Assim que chegaram, foram assassinados. A vingança ficou por conta de seus filhos gêmeos, Hunahpu e Xbalanque
HUN BATZ E HUN CHOUEN
Eram humanos e se tornaram deuses associados a atividades artísticas. Filhos mais velhos de Hun Hunahpu, eram artistas e dependiam dos mais novos, os gêmeos, para caçar. Os caçulas não gostavam e acabaram prendendo-os em uma árvore mágica. Lá, eles viraram macacos para poder descer.
HUNAHPU E XBALANQUE
Os heróis gêmeos têm origem humana e se tornaram deuses depois. Com a morte do pai, foram ao submundo para o jogo de volta. Após a partida, cortaram-se em pedaços e se formaram novamente. Os deuses quiseram fazer o mesmo. Os gêmeos despedaçaram-nos, mas não os montaram de volta.
DO MILHO AO HOMEM
Humanos foram criados para fazer companhia aos superiores
Os deuses da criação maia resolveram gerar uma raça de adoradores para ter companhia. Criaram os animais, mas, quando viram que eles não tinham voz, mandaram os bichos para as selvas. Os deuses criaram então o homem, primeiro de lama, mas ele se dissolveu. Moldaram um homem de madeira, mas ele não tinha alma. Enfurecidos, os deuses destruíram o mundo com chuva e fogo. Em uma última tentativa, mais deuses criadores se juntaram e fizeram o homem de farinha de milho. Finalmente deu certo, e os maias passaram a crer que o milho era a matéria-prima de sua formação.
A MORTE É O DE MENOS
Mortos vão para obscuro reino subterrâneo e passam por provações
Na mitologia maia, os mortos iam para o reino subterrâneo de Xibalba, o local do medo. Seus pontos de entrada, chamados de cenotes, eram cavernas ou pequenos lagos. Apesar de existirem paraísos em áreas dentro de Xibalba, o que marcava o reino subterrâneo eram dez deuses demoníacos (entre eles, Kinich-Ahau), associados ao sofrimento humano. Quando chegavam a Xibalba, os mortos não eram julgados, como em outras culturas, mas passavam por provações e testes, como rios de sangue, fogo, frio, morcegos e leopardos.

